
about liu zheng
BARGANTE: Que ou quem tem maus costumes; libertino,patife,velhaco. Trabalhador que trabalha em grupo, indivíduo de baixa extracção que se agrupa com outros, soldado, mercenário. Homem do mundo que anda com gente alegre, malfeitor. UM BLOGUE DE FERNANDO GONÇALVES
Vereadora quis excluir imigrantes de cooperativa de habitação na Ajuda.
On September 29, 2005, in a conference room on the 17th floor of a Philadelphia office building, blocks away from Independence Hall, members of a newly formed network, The Media Consortium, gathered to reshape the national media landscape. To a casual observer, the situation may not have looked much different than any other business meeting. Flipboards and sheets of paper filled with scrawling penmanship were scattered across the room. Tables overflowed with laptops, cell phones, Blackberries, notebooks and half-empty cups of coffee that had seen numerous refills throughout the two-day meeting.
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$ - Mesmo quando se fala da Baixa em termos de futuro, a sua importância e valor são realçados com base nos mesmos aspectos (culturais, históricos, urbanisticos, etc. - nota FB), raramente se discutindo a existência fisíca da própria Baixa, isto é, a segurança estrutural dos edifícios normalmente não se questiona. No entanto, essa deveria ser uma das preocupações mais básicas, pois sem a perseveração dos edifícios os restantes aspectos não terão interesse em termos de futuro e serão apenas história.
Contrary to established opinion, the gravest threats to America's national security are still in Russia. They derive from an unprecedented development that most US policy-makers have recklessly disregarded, as evidenced by the undeclared cold war Washington has waged, under both parties, against post-Communist Russia during the past fifteen years. As a result of the Soviet breakup in 1991, Russia, a state bearing every nuclear and other device of mass destruction, virtually collapsed. During the 1990s its essential infrastructures--political, economic and social--disintegrated. Moscow's hold on its vast territories was weakened by separatism, official corruption and Mafia-like crime. The worst peacetime depression in modern history brought economic losses more than twice those suffered in World War II. GDP plummeted by nearly half and capital investment by 80 percent. Most Russians were thrown into poverty. Death rates soared and the population shrank. And in August 1998, the financial system imploded.
No one in authority anywhere had ever foreseen that one of the twentieth century's two superpowers would plunge, along with its arsenals of destruction, into such catastrophic circumstances. Even today, we cannot be sure what Russia's collapse might mean for the rest of the world.
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[Já leste a poesia pós Antero de Quental?]
“Mas com os versos já não sucede tanto assim. (…) Mostra em muitas das graças, especialmente no patois, uma ingenuidade muito própria e extraordinariamente encantadora que, no mínimo, como aquela palavra, é característica particular desta nação. Uma inocência que quase sempre ilude, uma bondade que é apenas malícia e uma refinada licenciosidade reinam nos cantos e modos desta nação.”
(pág. 221)
[Muitíssimo mesmo!!!]
“A canção popular portuguesa é invariavelmente queixosa, fala quase sempre das penas do amor, é muitíssimo raro ser obscena e ainda mais raramente divertida.”
(pág. 221)
[Santo Iluminismo, rogai por nós]
“Quando um dia a ti chegarem, povo menosprezado, as afortunadas e venturosas Luzes, que te possam então elas surgir sem o cadafalso do despotismo de Pombal e sem a guilhotina da liberdade da França.”
(pág. 221)
[Esta não te perdoo, Link]
“Portugal está muito longe de ter, mesmo proporcionalmente, a variedade dos vinhos espanhóis e em termos gerais também lhes ficam muito atrás. Nas mais vulgares tabernas em Espanha não é raro encontrar vinhos bons, por vezes mesmo magníficos, em Portugal ele é a maior parte das vezes muito mau. O vinho espanhol tem uma fogosidade muito própria, que ao vinho português se dá através da aguardente. Portugal podia sem dúvida ter vinhos tão bons como Espanha, mas não se pode negar que a lavoura e indústria, no seu todo, estão em Espanha numa fase mais avançada do que em Portugal.”
(pág.223)
[E o tipo a dar-lhe com os bichos-de-seda]
“Nas encostas perto do Douro vêem-se amoreiras. É estranho que em Portugal a criação de bichos-da-seda seja completamente negligenciada, apesar de aqui não faltarem solo, clima e todas as outras condições indispensáveis. Para o populoso Minho ela seria particularmente de aconselhar. Em Trás-os-Montes, em especial ao redor de Bragança, eram aliás cultivadas muitas amoreiras e produzida seda em quantidades consideráveis. Mas as informações que ouvimos sobre o estado actual deste ramo de comércio eram muito tristes. O Governo teve a ideia de apoiar a criação de bichos-de-seda e tendo verificado, talvez não sem razão, que a seda era mal fiada, mandou vir fiadeiras de Piemonte, fê-las dar lições na fiação de seda e simultaneamente ordenou a todas as fiadeiras portuguesas que obtivessem um certificado passado por elas dizendo que estavam aptas a exercer esta profissão. O resultado foi muito mau. As piemontesas raramente dão certificados e quando o fazem são parciais, procuravam chamar a si toda a fabricação, iritaram assim o povo e as amoreiras, em vez de ser plantadas foram cortadas. Mais uma prova de que os governos fazem melhor quando não tomam sob seu especial cuidado algumas coisas.”
(pág. 231)
[Temos muitas minas de sabão amarelo. Em Portugal cada um tem a sua]
“Tenho aqui, a propósito, de observar que em Portugal não é explorada absolutamente nenhuma mina, com excepção da prospecção de mercúrio perto de Coina e da extracção de carvão mineral perto da Figueira, que no entanto podem ser consideradas minas.”
(pág. 234)
[E se há coisa que não vale a pena conhecer em Portugal, é isso]
“Quero por isso sinceramente aconselhar todos os negociantes de minerais a não vir para Portugal, porque senão poderiam cair nas mãos da justiça portuguesa, com a qual adiante se travará conhecimento.”
(pág. 234)
[Podiam fazer estatísticas disso]
“A sua lã é excelente, a melhor da Europa a seguir à espanhola, e é frequentemente exportada para Inglaterra. Em terras à volta da serra da Estrela faz-se também um magnífico queijo de ovelha, que é enviado para todo o Reino, só que em geral é muito raro. (…) Na Covilhã existem fábricas de tecido que vão de vento em popa.”
(pág. 235)
[Curioso Link, até parece que escreveste o teu livro no ano passado]
“O Verão quente, em toda a parte o solo queimado, as regiões desinteressantes que atravessávamos, fizeram com que acelarássemos a nossa viagem. (…) Por todo o lado se viam a arder as charnecas, com o que se quer obter forragem nova, mas frequentemente queimam-se oliveiras como vimos em várias terras.”
(pág. 241)
[Mau, a gente vai ter problemas]
“Sobreira Formosa (…) Durante uns tempos foi aqui feita a guerra mas, como é sabido, foi muio pobre em ocorrências significativas. As tropas espanholas conduziram-se muito bem, segundo os testemunhos dos portugueses que tinham sobrevivido a este tempo, melhor do que o totalmente embrutecido exército português daquela época.”
(pág. 242)
[Mas tu tens a certeza que escreveste o livro em 1779?]
“Por um par de cruzados, comprámos um relatório favorável e fomos de imediato postos em liberdade pelo Corregedor…”
(pág. 243)
[Que comichento!!! Nunca estás bem com aquilo que tens.]
“A água, como a água do Gerês, não tem o mínimo sabor nem cheiro, a temperatura também não vai além dos 24º Réaum., é portanto muito pouco.”
(pág. 254)
[Então e o moletezinho?]
“Não é produzido cereal em quantidade tal que chegue para as necessidades, mas em Faro e Tavira come-se um pão magnífico, melhor do que em qualquer outro lugar no Reino, sem exceptuar Lisboa e ainda menos o Porto, onde o pão é extremamente mau.”
(pág. 267)
[Sempre actual, este Link]
“O povo vive principalmente do peixe e é muito pobre.”
(pág. 267)
[Experimenta ir lá no Verão!]
“Em suma, não falta nada à cidade (de Tavira) a não ser gente.”
(pág. 268)
[Posto desta forma, até parece bonito.]
“A maior das pobrezas surge por todo o lado das graciosas casas.”
(pág. 268)
[Hás-de vir cá mais vezes…]
“Uma maior limpeza e asseio distinguem imediatamente a cidade espanhola da portuguesa.”
(pág. 268)
[Pelo menos em alguma coisa somos melhores…]
“… a ralé em Espanha é muito pior que em Portugal.”
(pág. 269)
[E continua…]
“Évora foi outrora uma Universidade e tem ainda esse privilégio, mas desde os tempos de Pombal está totalmente morta.”
(pág. 277)
[Está bem, mas só 30 segundos.]
“Já tantas vezes nos rimos à custa da nação portuguesa que podemos muito bem, pelo menos uma vez, lembrar os disparates de outras nações.”
(pág. 278)
[Agora temos disso on line]
“Os jornais não podem prosperar num país onde ainda tão pouco interesse há pela literatura. Em Lisboa aparece entretanto uma folha semanal, chamada o Almocreve das Petas, que é muito lida e onde se encontram anedotas engraçadas, episódios, poesias e outras coisas semelhantes.”
(pág. 283)
[Super-mega-hiper aplauso]
“Portugal gaba-se com razão de ter produzido os maiores poetas da Península e a Espanha é-lhe sem dúvida inferior neste aspecto. O que é Ercilla, o que são todos os poetas épicos espanhóis comparados com Camões, que pode rivalizar com os melhores poetas italianos. E Camões não está só, mas faz sombra aos restantes que estes raramente são referidos e no estrangeiro são totalmente desconhecidos. (…) Não é este o lugar par descrever a flora poética de Portugal que os nossos homens de letras negligenciaram em demasia. Ainda agora, metade de todas as obras que se publicam são constituídas por livros de moral e poesia.”
(pág. 284)
[Acreditas que ainda não o corrigiram?]
“É uma vergonha não haver nenhum mapa de Portugal para além do espanhol, de Lopéz, extremamente incorrecto, em que se encontram grandes erros nas regiões mais conhecidas. Mas isto vai mudar. O Príncipe regente mandou alguns geógrafos fazer uma viagem pelo país para melhorar o mapa…”
(pág. 291)
[Ah, isso é outra fruta]
“Os melhores médicos, e há alguns, tratam os doentes à maneira inglesa, existem mesmo alguns que estudaram em Edimburgo.”
(pág. 290)
[Então e o Euro?]
“Mas os portugueses propriamente ditos não fizeram nada de importância.”
(pág. 291)
[Caramba Link, continuas a marcar pontos]
“Uma coisa deste género não está no carácter da nação, que não mostra qualquer apego ao antigo e às tradições. Gostam do novo, porém a superficialidade é aí o seu maior erro.”
(pág. 291)
[Eles nem sabiam que existia]
“Esta é uma breve descrição do trsite estado das ciências num reino que, para nós alemães, por pouco não o é mais desconhecido de entre todos os países europeus. Mas por mais triste que este estado seja, sempre gostaria de perguntar aos meus leitores se eles não pensavam que ele fosse ainda pior.”
(pág. 293)
[Ninguém grita tanto com os espanhóis para dizer “olá”]
“Em sociedade a língua portuguesa é preferível à espanhola. É mais concisa, a pronúncia fatiga menos os órgãos, está muito longe de qualquer tipo de afectação, é um sibilo sussurrante.”
(pág. 295)
[Ai o %$(# do filho da #”!2 do homem]
“Já acima se disse que os portugueses misturam poucas imprecações, poucos palavrões e poucas expressões repugnantes nas suas conversas.”
(pág. 295)
[Não obrigado, estou satisfeito]
“Do mesmo modo a língua portuguesa é também muito mais pudica que a espanhola. Quiere usted usar una vaina é a expressão muito clara e nítida das alcoviteiras espanholas. Em Portugal é o discreto quer tomar.”
(pág. 295)
(Acaba aqui a participação na Formiga Bargante)
Mr. Sifton is The Times's culture editor, and oversees the daily Arts pages, the Weekend sections, and Arts & Leisure. He is a former editor of the Dining section. Before coming to The Times, he was a writer and editor at Talk magazine and (among other jobs) a reporter, critic, and managing editor of the weekly New York Press.
Several other editors have answered questions in this column in previous weeks:
"Actualmente, vivem na zona da Baixa cerca de cinco mil pessoas, mas este número poderá ir até às 14 mil -incluindo camas de hóteis- com maior oferta no Chiado".
Every American seems to be a self-styled expert on immigration. If only I had a dime for each time I've patiently endured yet another cocktail-chatter lecture from someone who, hearing that I was researching and writing about the topic, launches into a speech on what it means "to become American". The cocktail lecture goes roughly like this: "A hundred years ago, everything was different. Unlike today's newcomers with their tight ties to their homelands, our ancestors left everything behind. They were different from immigrants who come today because they wanted to learn English and never go home again. It was easier for them to assimilate because America chose to close the doors, establishing strict national-origins quotas in the 1920s that all but cut off the contaminating flow of new people bringing backward Old World customs with them. Besides, it was easier for them to become Americans because, unlike immigrants today, they were white and so could blend in more easily."
This narrative is drawn from a mix of sources: elementary-school textbooks, media formulae, and the public need for a meaningful, digestible story of the national past. It is, unfortunately, skewed, selective, and self-serving. This makes it actively misleading and even, in its implications for present-day policy, dangerous.


E a música voltou à festa, aquela que escutamos e vem de tão longe quanto nos é possivel lembrar, da infância, aquela que nunca pára, aqui ou ali, nas esquinas da cidade, em escondidos recantos campestres, em todo o lado onde se vão sentar os pobres aos fins-de-semana, para que vejamos no que se tornaram. Que paraíso - dizemos-lhes. E para eles pomos a música a tocar, agora aqui agora além, de estação em estação, lá vai ela tilintando e moendo tudo quanto fez dançar os ricos no ano anterior. É música mecânica a cair dos cavalos de pau, dos automóveis que o não são, das montanhas nada russas e do estrado do lutador que não tem biceps nem veio de Marselha, da mulher que não tem barba, do mago que é corno, do orgão que não é de ouro, por trás do tiro cujos ovos estão vazios.
George W Bush said on 14 June 2006 that he'd like to close the Guantánamo Bay detention centre, "but I also recognise that we're holding some people there that are darn dangerous, and that we better have a plan to deal with them in our courts."
Jornalista - Hoje vamos à Baixa e temos um eixo fortíssimo sul-norte, Terreiro do Paço-Rossio. Como é que vamos sentir que há aqui um centro comercial?New Nuclear Plants Too Risky to Build and Too Costly to Operate
AUSTIN – Environmental groups today decried NRG Energy Inc.’s plans to build two new reactors at its South Texas nuclear plant site. The costs for the reactors are expected to reach $5 billion and will expose Texans to the risks and radioactive wastes of nuclear power. Nuclear power is extremely costly and relies on taxpayer subsidies, creates radioactive waste with no long-term disposal solution, and poses security and public health risks.
“Thirty years ago, we were promised that nuclear energy would produce energy ‘too cheap to meter,’ but the costs are still mounting,” said Tom “Smitty” Smith, director of Public Citizen’s Texas office. “Nuclear plants are too costly to build, too risky to operate and the wastes are still too hot to handle.”
The existing Texas reactors built at the site more than twenty years ago cost more than six times the projected estimates and had so many critical flaws that construction was halted and parts of the plant were rebuilt to address serious safety concerns.
Nuclear power continues to be dependent on taxpayer handouts for survival. From 1947 to 1999, the nuclear industry was given more than $115 billion in direct taxpayer subsidies. The management of nuclear waste and the requirements for reactor decommissioning require billions more in additional funds. In comparison, federal government subsidies for wind and solar power totaled only $5.7 billion over the same period – 25 times less than nuclear subsides.
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Scientists have had a bad literary press: Dr Frankenstein, Dr Moreau, and especially Dr Strangelove. This lecture commemorates a man who was the utter antithesis of Strangelove. I've been working in museums, including spells in national and local authority museums, for nearly twenty years. But I still love my job. Now why is that? Oh and for anyone who doesn't get the title, here's a clue
