
foto fernando g.
BARGANTE: Que ou quem tem maus costumes; libertino,patife,velhaco. Trabalhador que trabalha em grupo, indivíduo de baixa extracção que se agrupa com outros, soldado, mercenário. Homem do mundo que anda com gente alegre, malfeitor. UM BLOGUE DE FERNANDO GONÇALVES





A-moral da história:
Morre quem cai em desgraça e perde o poder, e a história é contada por esses que fazem as conferências.
A despropósito, Saddam era quase tão irrelevante para o "Império", como Jesus para o Império... romano.
No prosseguimento do texto de ontem, sobre a tragédia do Iraque, aqui fica mais uma excelente reportagem do New York Times a confirmar (se tal fosse necessário...) a tese defendida por Kenneth M.Pollack de que o problema é político e não militar, ao contrário do general Loureiro dos Santos que defende que mais militares americanos para o Iraque são uma boa solução para a resolução do drama criado por Bush.
Mas não é possivel.


For the first time since Vietnam, an organized, robust movement of active-duty US military personnel has publicly surfaced to oppose a war in which they are serving. Those involved plan to petition Congress to withdraw American troops from Iraq. (Note: A complete version of this report will appear next week in the print and online editions of The Nation.) After appearing only seven weeks ago on the Internet, the Appeal for Redress, brainchild of 29-year-old Navy seaman Jonathan Hutto, has already been signed by nearly 1,000 US soldiers, sailors, Marines and airmen, including dozens of officers--most of whom are on active duty. Not since 1969, when some 1,300 active-duty military personnel signed an open letter in the New York Times opposing the war in Vietnam, has there been...

afinal estudou mesmo parta burro e chumbou. pensa que as obras são baratinhas? julga que o dinheiro nasça do vazio? julga que os espaços se ocupam por si? julga que os proprietários são todos uns malandros que querem é ter os espaços vazios. vá vendo filmes e acreditando no pai natal do bloco de esquerda... um dia pode ser que cresça ou tenha juízo.
14:30

será que o adiantado mental que publica este blog alguma vez pensou por que é caem prédios? Será que esta besta obtusa não consegue perceber que rendas de 25 euros por mês não pagam obras de milhares de euros. Será que não percebe que mesmo depois das obras não se pode rentabilizar um imóvel devido ao congelamento das rendas? Isto é lógico! Isto é matemática da básica, da simples, da elementar, daquela que se ensina na escola primária. O menino é burro ou chumbou nos exames de admissão?
Meu caro prontuário
A "besta obtusa" não costuma comentar comentários.
Mas vai abrir uma excepção.
"No edifício, que se encontra ocupado apenas ao nível do piso térreo, com comércio e serviços, estando os restantes pisos devolutos..."
Logo, o argumento da renda não colhe, ou tenho de lhe explicar "como se fosse muito burro?"
Quanto ao resto, meu caro "prontuário", estou em crer que se enganou no endereço: o seu tipo de argumentação está mais de acordo com o blog da zazie.
Cumprimentos e bom fim de semana. LINK

"A Vereadora Gabriela Seara, responsável pelo pelouro da Reabilitação Urbana da Câmara Municipal de Lisboa, ordenou hoje, dia 7 de Dezembro, a tomada de um conjunto de medidas provisórias para o edifício com o n.º 113 da Praça Dom Pedro IV (Rossio) que visam assegurar a segurança de pessoas e bens naquela zona da cidade.
Três semanas após a Ministra da Cultura e Manuel Oleiro terem convocado uma conferência de imprensa para anunciarem a "boa nova", ou seja, que os Museus tutelados pelo IPM tinham ultrapassado, em Outubro, o milhão de visitantes, os dados referentes a este mês continuam a não estar disponíveis para consulta pública, á hora a que escrevemos este comentário (10h57).
Quel est le niveau de transparence d'Ikea ?
Interessante, sem dúvida.
Esclareça-me, no entanto, o seguinte: em que medida o trabalho de MCG pode ser "arrumado" na "Movida", eu até admito haja coincidência no tempo (?), agora em relação ao arrumar a exposição "A idade da Prata" no movimento a “La Movida”, é que eu tenho algumas dúvidas …
À consideração superior
12:39
Meu caro contra-baixo
Respostas, só lá mais para a noite.
Euricos...
13:02
Eu acho mesmo é sintomático.
Como todos dizem, é o país que merecemos.
13:05
Meu caro contra-baixo
Antes de tudo mais, convém clarificar o meu conceito de “movida”: a espanhola e a portuguesa.
A espanhola foi impulsionada, desde Madrid, por um “alcalde” de excepcional cultura e visão, Enrique Tierno Galván, o qual percebeu que para mudar a imagem da sociedade posfranquista espanhola teria que criar e impulsionar um movimento cultural que mostrasse Espanha como um pais moderno e aberto à mudança, em contraponto à imagem fascista então dominante.
A portuguesa foi resultado da reunião, organizada, de um conjunto de indivíduos, que tinham como objectivo a “tomada do poder” aos vários niveis da actividade cultural nacional.
A primeira grande afirmação pública deste desejo encontra expressão na realização da exposição “Depois do Modernismo”, em 1983.
É conferir os nomes dos participantes nesta mega exposição, (criadores, crítivos e autores de textos para o catálogo), e verificar os lugares que ocupam na cena artistica portuguesa actual.
E é neste contexto que surge “A Idade da Prata”.
O livro de Mário Cabrita Gil (e não a exposição) surge como mais um elemento na estratégia seguida, e que visava conferir um selo de afirmação (as exposições são acontecimentos efémeros, os livros não) para o presente (o livro é editado em 1986) e para o futuro.
Mas o que mais me despertou a atenção foi o facto de os espanhois utilizarem a côr e visualizarem o excesso da época nos retratos agora “recuperados”, enquanto Mário Cabrita Gil utiliza o P&B e os seus “modelos” adoptarem uma pose “séria” e “institucional”.
Numa segunda leitura às fotos, outro facto me chamou a atenção:
no lado espanhol tanto existem fotografias individuais como colectivas, enquanto do lado português não existe uma única fotografia colectiva.
Para concluir, e este é um dos motivos do meu fascínio pela fotografia, estas fotos, as espanholas e as portuguesas, permitem muitas leituras sobre uma época extremamente importante para os dois povos, e uma análise comparativa sobre a postura dos seus vários protagonistas, e a partir daí tentar perceber algumas das razões pelas quais Madrid tem o dinamismo por todos reconhecido, e Lisboa tem Carmona Rodrigues como presidente do Município.
Cumprimentos
17:44
Absolutamente de acordo consigo! O problema aqui é mesmo o de qualificação, na realidade estamos perante duas atitudes diferentes: a espanhola e a portuguesa. O que me parece um excessivo é qualificar o “movimento” português como movida quando na realidade nada teve a ver com este.
A chamar-lhe alguma coisa eu teria preferido dizer "As atitudes" e não as Movidas.
Saludos.
20:04
Bem visto.
As diferenças são "todo um programa".
Infelizmente, no nosso caso, é um não-programa!
21:42
Sen. Hillary Rodham Clinton (D-N.Y.) is taking a series of concrete steps toward a likely campaign for president in 2008, settling on key members of her campaign team, recruiting potential new additions to her staff, and calling Democratic activists in states with early primaries and caucuses.No final decision on running is expected before the end of the year, according to sources knowledgeable about her thinking, as Clinton works methodically through a checklist of preparatory steps. But she and her inner circle are already ramping up for what could be a history-making bid for the White House.
The latest move is the choice of longtime adviser Patti Solis Doyle as campaign manager. That follows the recent recruitment of three seasoned political operatives who, if she runs, would play key roles on what is now a rapidly expanding Clinton campaign organization.The three are Jonathan Mantz, who has been working for New Jersey Gov. Jon S. Corzine (D), as finance director; Phil Singer, who was communications director for the Democratic Senatorial Campaign Committee, as a communications strategist; and Karen Hicks, who ran former Vermont governor Howard Dean's New Hampshire operation in 2004, to oversee organizing, particularly...
É curioso, e certamente sintomático da forma como o mesmo acontecimento (la movida) é encarada pelos seus protagonistas, que Pablo Pérez Minguez tenha utilizado a côr para fotografar os ícones madrilenos da época, enquanto entre nós Mário Cabrita Gil, em Lisboa, utiliza o preto e branco para captar os "astros" caseiros.