- Anónimo disse...
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PACHECO PEREIRA DISSE ( IN ABRUPTO)
Em toda a campanha interior do PSD deve estar presente que um candidato a dirigente do PSD é um candidato a Primeiro-ministro. Marques Mendes, no seu "passeio" pelo Museu Nacional de Arte Antiga, esqueceu-se disso porque foi dar caução a um acto que é inadmissível numa funcionária pública no exercício das suas funções. Esta é uma questão de Estado, que já o presidente da República tratou com pouco cuidado.
Ao fazer o que fez (e já antes em várias alturas tinha procedido igualmente mal), Dalila Rodrigues colocou-se numa situação insustentável. Não é suposto uma funcionária pública abandonar o dever de lealdade e isenção e, se queria fazer o que fez, poderia muito bem fazê-lo noutra condição, noutro estatuto, de outra maneira. Tudo aquilo era possível, com Marques Mendes visitando o Museu ao lado de Dalila Rodrigues, ambos como cidadãos e políticos, no pleno exercício dos seus direitos, criticando o Governo como entendessem, mas Dalila Rodrigues não poderia estar ali como directora do Museu, mesmo demissionária, nem poderia colocar-se ao lado do líder da oposição na casa do Estado que gere, para atacar o Governo legítimo do seu país. Insisto: é uma questão de Estado.
Cábulas não são admitidos neste blogue.
Já agora, ilustre anónimo, para quando um comentário que não seja um simples vómito verde, côr das cartas sebentas e viciadas com que está habituado a jogar?
PACHECO PEREIRA DISSE ( IN ABRUPTO)
ResponderEliminarEm toda a campanha interior do PSD deve estar presente que um candidato a dirigente do PSD é um candidato a Primeiro-ministro. Marques Mendes, no seu "passeio" pelo Museu Nacional de Arte Antiga, esqueceu-se disso porque foi dar caução a um acto que é inadmissível numa funcionária pública no exercício das suas funções. Esta é uma questão de Estado, que já o presidente da República tratou com pouco cuidado.
Ao fazer o que fez (e já antes em várias alturas tinha procedido igualmente mal), Dalila Rodrigues colocou-se numa situação insustentável. Não é suposto uma funcionária pública abandonar o dever de lealdade e isenção e, se queria fazer o que fez, poderia muito bem fazê-lo noutra condição, noutro estatuto, de outra maneira. Tudo aquilo era possível, com Marques Mendes visitando o Museu ao lado de Dalila Rodrigues, ambos como cidadãos e políticos, no pleno exercício dos seus direitos, criticando o Governo como entendessem, mas Dalila Rodrigues não poderia estar ali como directora do Museu, mesmo demissionária, nem poderia colocar-se ao lado do líder da oposição na casa do Estado que gere, para atacar o Governo legítimo do seu país. Insisto: é uma questão de Estado.
10:48 (JPP)
Vómito verde? Já me lembro: bomitei berde quando fui ao restaurante do Sr. Fernando Gonçalves. Nunca mais lá boltei.
ResponderEliminarPeço desculpa de me intrometer nesta interessante discussão, como anónimo 2, vá lá, mas estava a consultar o interessante blog da Formiga Bargante e verifiquei que alguém vomitou verde quando foi ao restaurante do Sr. Gonçalves. É curioso que comigo passou-se mais ou menos a mesma coisa, embora o pior foi ter ficado a cagar fininho.
ResponderEliminarTem piada, também en passant, dou o meu testemunho em relação a este interssante assunto (como são todos neste blog): eu cá tive umas cólicas lixadas, mas fiquei a cagar grosso. Nunca mais me passou...
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