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terça-feira, 6 de novembro de 2007

TUTTI BUONA GENTE,
TUTTI BUONA FAMIGLIA

"É uma provoção, tal como a Casa da Música, no Porto.
Terá detractores e entusiastas, pois não é um edifício anónimo.
Destaca-se de toda a envolvente.
Como arquitecto, agrada-me.
in: manuel salgado - expresso de 4.11.2007

















O Tejo, visto do Centro Cultural de Belém, com Torre de Belém ao fundo.
Projecto de arquitectura do hotel em construção, da autoria de Manuel Salgado.




















O Mostrengo, visto do Largo do Rato, com Sinagoga ao fundo
(não se vê, mas está lá).
Projecto do Mostrengo da autoria de Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus.

sábado, 3 de novembro de 2007

PARIU? ISSO AINDA ESTÁ PARA SE VÊR...


















in: semanário expresso de 3.11.2007

E O QUE ESTÁ EM CAUSA.















Nota do formigueiro: esqueçam o pequeno prédio do lado esquerdo da imagem.
Em seu lugar imaginem o "mamarracho" de sete pisos proposto pela dupla Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus, e ilustrado pelo Expresso na imagem acima.

Foi a destruição da envolvente deste projecto (a que se mostra nesta foto e tudo o mais que está para além dela) que levou o Núcleo de Estudos de Património da CML a chumbar o projecto argumentando com a "total ruptura morfológica com a malha e edifícios envolventes".

Mas outros interesses, que não os da cidade, determinaram a aprovação do projecto.

E para culminar, por hoje, o desaforo desta dupla ficam as afirmações de Manuel Aires Mateus, ao Expresso:
"Sei que não é um projecto fácil. Vai levar algum tempo até a cidade o assimilar. É novo, as pessoas assustam-se, mas é mesmo assim. Não fazemos réplicas".

Não sabemos o que mais admirar nestas declarações:
1 - É "novo", logo é bom!
2 - "... mas é mesmo assim", ou seja, comam e calem, que nós é que sabemos.

Ou muito nos enganamos ou...

(continua)

PARIU? ISSO AINDA ESTÁ PARA SE VÊR - II























imagem via odespropósito e rb02

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

ELES JÁ SÃO, MESMO, DONOS DA CIDADE.

"Câmara vai pôr estátua frente à sede dos mecenas".
"A Câmara de Lisboa discute hoje a doação de uma escultura, por uma fundação criada pela sociedade de advogados da qual faz parte José Miguel Júdice, e a sua instalação na Avenida da Liberdade.
A proposta é do presidente da autarquia e contraria o parecer da Direcção Municipal de Ambiente Urbano, que recomendou que a obra fosse instalada no Parque Eduardo VII, "dada a urgente necessidade de recuperar a área".
A proposta de António Costa estabelece que a escultura, da autoria de Rui Chafes, com "cinco metros de altura e 2,5 metros de raio de acção", seja instalada num jardim da Avenida da Liberdade, em frente ao número 224, onde funcionam a Fundação PLMJ e a sociedade de advogados com o mesmo nome.
Esta localização foi indicada pela entidade doadora, da qual faz parte José Miguel Júdice, que foi mandatário do actual presidente da Câmara de Lisboa nas últimas eleições autárquicas"...

E qual é a posição de Sá Fernandes nesta questão, pergunta o formigueiro?

..."Sá Fernandes confessa que preferia que a obra fosse instalada no Parque Eduardo VII, mas diz que -a cavalo dado não se olha o dente-.
O vereador desvaloriza ainda o facto de não ter sido ouvido neste processo"
in: jornal público de 31.10.2007

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

"JÚDICE JÁ ESTÁ AO SERVIÇO"

"Apesar de ainda não ter sido formalmente nomeado para liderar o projecto de requalificação da zona ribeirinha de Lisboa, José Miguel Júdice já pôs mãos à obra.

Com um gabinete montado na Av. Duque de Palmela, que tem servido de quartel-general para o plano da frente ribeirinha e onde já conta com o apoio de uma secretária que transitou da Parque Expo, o jurista tem estado envolvido nas negociações entre a Câmara de Lisboa e o Governo.

Júdice tem sido mesmo consultado sobre o modelo que deverão assumir as sociedades de gestão da zona a reabilitar. Neste momento, as conversas entre o Executivo e a autarquia estão, ao que o SOL apurou,..."
in: semanário Sol online (link)

É a prática do facto consumado.

Não existe um projecto para a cidade.

Não existiu uma discussão pública sobre Lisboa, a sua frente ribeirinha e a relação com as autarquias que compartilham o Tejo com Lisboa, entre outros temas.

Nada se sabe dos compromissos entre Sócrates/Júdice/Costa.

Nada se sabe do que pretendem Sócrates/Costa com esta iniciativa.

Se pretendem ganhar as próximas eleições autárquicas de Lisboa com esta "jogada", ou muito nos enganamos ou o tiro vai sair pela culatra.

Nas eleições autárquicas e nas eleições para a Assembleia da República!







terça-feira, 16 de outubro de 2007

"SERÁ ISTO POSSIVEL"?

"Voltaremos às mesmas lutas estéreis, ao mesmo desinteresse dos problemas nacionais, às mesmas intrigas ambiciosas, e ao cabo de um período mais ou menos longo outra ditadura virá renovar os dias de Pimenta de Castro e de Sidónio Pais, com as correlativas e perturbantes reacções, mas então já uma ditadura que sucederá com a experiência do passado àquelas que a falta de experiência tornou inviáveis. Uma ditadura, que manterá apenas o simulacro de República, ou que será uma transicção para a Monarquia. E essa será a maior responsabilidade dos partidos, que, a despeito de todas as experiências e de largas provações, são incorrigíveis nos seus processos e na aceitação das mais compremetedoras solidariedades.

O que vai V. concluir do conhecimento perfeito de tudo o que sucedeu desde a revolta de Monsanto e da proclamação da Monarquia no Norte até à queda do Governo? Receio que tenha a impressão da inviabilidade de qualquer nova tentativa semelhante àquela que acaba de ter desfecho na mais inglória situação, que se poderia criar a quem só manifestou o mais sincero e desinteressado desejo de servir o seu país.

Será ainda possível tentar uma nova e decisiva experiência, aquela que eu deveria ter realizado, reunir um grupo de homens libertos de todos os compromissos, apoiando-se numa grande corrente de opinião nacional? Seria uma junção de valores morais, governando com a opinião pública, sem necessidade de governar contra os partidos, mas encaminhando a acção governativa para realizações de fácil compreensão e de manifesta utilidade para o país.

Assim, posta de parte qualquer pressão sobre os partidos, essa acção colectiva, com uma força exclusivamente civilista, forçaria a reconstituição dos agrupamentos políticos sobre bases que garantiriam o acordo desses organismos partidários com as mais legítimas aaspirações da Nação.

Será isto possível?

É preciso não descrer dos homens até ao ponto de os julgar inacessíveis, pela inteligência e pela moral, a deveres imperativos de consciência".
in: josé relvas - memórias políticas (2º volume) - editora terra livre (1978)

O texto acima publicado, faz parte da carta datada de 5 de Abril de 1919 e incluida num conjunto escrito por José Relvas, entre Janeiro a Abril daquele ano, ao qual o autor deu o título "Jornal de Bordo - Cartas a um amigo, alguns dias depois de ter sido chamado a organizar o Ministério de 26 de Janeiro de 1919".

Passados cerca de 90 anos, as questões colocados por José Relvas permanecem actuais.

Como em 1919, os partidos políticos permanecem "incorrigiveis nos seus processos", tal como José Relvas denunciava.

E, tal como era proposto por José Relvas em 1919, os movimentos de cidadãos são fundamentais para ajudar a modificar a vida interna dos partidos, tendo sempre bem presente que não se trata de "governar contra os partidos" mas sim de, através da prática do direito da cidadania, os obrigar a alterar os seus comportamentos.

"Será isto possivel", como se interrogava José Relvas?

Em 2009 saberemos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

VELHOS TIQUES

MOÇÃO
Tendo em atenção as especificas competências e atribuições da Assembleia Municipal de Lisboa e o facto de, precedentemente, ter havido por parte do Executivo completa marginalização deste orgão relativamente a alguns factos com importantes reflexos na vida das populações da cidade:

A Assembleia Municipal de Lisboa, reunida no dia 23 de Outubro de 1980, reinvindica, nos termos do previsto no artº 48º, número 1, alíneas c) e q) da lei 79/77, passar a ser informada, atempadamente, sobre todas as operações em curso ou em vias de serem lançadas e que impliquem transformações no tecido urbano ou no património da cidade e que, por isso, afectem de algum modo o perfil desta e o ambiente e a qualidade de vida das populações de Lisboa.
in: moção apresentada por Rui Godinho, deputado municipal pela APU.


“Frente Ribeirinha” Continua em discussão
António Costa garantiu ontem (1 de Outubro de 2007) que a Câmara Municipal de Lisboa continua a estudar com o Governo uma solução para a frente ribeirinha da cidade, sendo que não há qualquer divergência entre a autarquia e o primeiro-ministro, José Sócrates. “Não há qualquer divergência entre mim e o primeiro-ministro”, explicou o autarca, acrescentando que “existia um projecto anterior do Ministério do Ambiente, que não mereceu reparos de Carmona Rodrigues, e tem merecido reparos da minha parte”. “As negociações estão em curso e têm corrido bem”, assegurou António Costa.
link

Existe uma diferença de 27 anos entre a moção de Rui Godinho e as declarações de António Costa.

O resto é tudo igual.

Secretismo, anúncio de factos consumados, ausência de participação.

Existem tiques que não têm cura.

Só mudando os actores.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007



IMPORTA-SE DE REPETIR?

"Há solidão procurada em todas as telas brancas ausentes de tanto sonhar".
maria sobral mendonça
link

sábado, 29 de setembro de 2007

DAQUI JÁ SE VIU TEJO


I















II















III















IV















V















VI

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

IMPORTA-SE DE REPETIR?
















Manuel Salgado, vereador do Urbanismo, afirma que, apesar de concordar com a localização do equipamento, o projecto é «um muro contínuo que corta completamente as vistas» do rio.
in: semanário sol (link)

NOTA DO FORMIGUEIRO: a fotografia publicada neste texto refere-se a um hotel em construção, junto à doca de pedrouços, da autoria do arquitecto Manuel Salgado.
"Click" na fotografia para ampliar.

domingo, 26 de agosto de 2007

O TEJO, COM A TORRE DE BELÉM AO FUNDO, VISTO DO JARDIM DAS OLIVEIRAS, DO CENTRO CULTURAL DE BELÉM.
















E É AO AUTOR DESTE PROJECTO, ARQ. MANUEL SALGADO, QUE O PELOURO DO URBANISMO DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA ESTÁ ENTREGUE...
(ckique na imagem, para ampliar)

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

"TERREIRO DO PAÇO SEM CARROS AO DOMINGO"
OU, MAIS DO MESMO.


"No local passarão a estar ao dispor dos lisboetas, aos domingos, actividades como exposições, ciclos de cinema, jogos tradicionais, palestras e passeios de divulgação científica. Além disso haverá feiras do livro, uma biblioteca itinerante, postos de aluguer de bicicletas, skates, patins e passeios a cavalo.
in: jornal público de 22.8.22007 (link)

Beck's Fusions - Pod Experience - 10 Artists Announced
LONDON.-The Institute of Contemporary Arts (ICA) in collaboration with Beck’s announce the 10 multimedia artists who will be creating unique audio visual installation pieces for the Beck’s Fusions Experience “Pod”, part of the Beck’s Fusions season, a series of events uniting leading musicians and artists across the UK and challenging them to create new and original works of art and performance.

Completely open and free to the public the touring Pod, measuring 26m x 10m, will be unveiled 6 September in Trafalgar Square and host audio-visual installations from 10 varied and talented visual artists from the Turner prize short-listed Jane and Louise Wilson to Beck’s Futures Student Film and Video winner Douglas Fishbone and include new talent such as digital artist Lia and internet based Oliver Laric. From mid-September the Pod will then travel to Dublin, Manchester and Glasgow.
continuar a lêr AQUI

Prenunciando uma linha de actuação preguiçosa e populista, nomeadamente no sector cultural, António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, anuncia com grande pompa e publicidade um programa para a mais nobre praça do país, programa esse que vaí desde passeios a cavalo até aos patins, do tai chi ao "cinema em postos de visionamento individual" (?), ou do aluguer de bicicletas aos skates.

Não indo tão longe como a iniciativa anunciada acima, a colaboração do Institute of Contemporary Arts com Beck, sabemos de muitas iniciativas que poderiam ser propostas para a Praça do Comércio a custos muito, mas mesmo muito baixos.

Afinal, era capaz de não ser muito dificil estabelecer parcerias público/privadas (CML, Gulbenkian, Serralves, com apoios mecenáticos de bancos, entre outros) para construir uma proposta dinâmica e "cosmopolita" (como agora é de bom tom escrever...) digna do espaço mais nobre da capital do país.

Mas, são os políticos que temos.

Até causa arrepios a falta de dimensão e ambição desta gente.


STATE OF CYCLING

Even in packed subways, high gasoline costs and concerns about health, less than 1 percent of all New Yorkers regularly use their bicycles to commute to work. At the same time,18 percent of all New York City adults still smoke cigarettes. Over the past five years, the Bloomberg administration has made a massive and somewhat successful effort to reduce the number of smokers. Now, can the same government that persuaded New Yorkers to stop smoking create an environment that will convince them to start...

link

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

IMPORTA-SE DE REPETIR?

"Numa semana em que Francisco Louçã vaticinou "grandes confrontos" entre Sá Fernandes e o PS na Câmara de Lisboa, o vereador independente faz questão de garantir a "sintonia" com António Costa".
in: entrevista a Sá Fernandes no semanário SOL de 18.8.2007 (link)

Vai uma aposta?
Dentro de dois anos Sá Fernandes candidata-se à CML, como independente, nas listas do PS?

"IDEIAS CRIATIVAS" PARA AUMENTAR AS RECEITAS DA CML, SEGUNDO SÁ FERNANDES

* - Vinhos marca LISBOA, produzidos na Tapada da Ajuda.

* - Azeites marca LISBOA, produzidos na Tapada da Ajuda.

* - Comercialização de amêijoas capturadas no rio Tejo.

* - Corvinas pescadas no rio Tejo.

"O vereador eleito pelo Bloco de Esquerda diz que "é preciso ter criatividade" para fazer face às despesas do município e revela que até já teve algumas conversas com o Instituto de Agronomia para pôr as vinhas e as oliveiras da Tapada da Ajuda a produzir vinho de mesa e azeites".
in:entrevista a Sá Fernandes no semanário SOL de 18.8.2007

Já agora, e metendo "foice em seara alheia" (ainda não falámos com o IA, mas está para breve, logo que Sá Fernandes dê uma folga...) e dado o facto de a CML têr um número elevado de funcionários excedentários, que tal preparar brigadas de "agitação social", capitaneadas por Miguel Portas, para mercados de exportação, tal como o vinho e o azeite?

É mais uma "ideia criativa" para ajudar as finanças da câmara.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

SÃO PAULO E A LEI DA CIDADE LIMPA

Gilberto Kassag, presidente da câmara municipal de São Paulo, fez aprovar uma lei, a lei da Cidade Limpa, que implicou a retirada de TODOS os paineis publicitários, anúncios de neon gigantes, bem como todo um conjunto de outros suportes publicitários, que impediam os cidadãos de São Paulo de conhecer, verdadeiramente, a sua cidade.

Esta medida radical, a primeira a ser adoptada por uma grande cidade do chamado "primeiro mundo", tem recebido um enorme apoio da população, que concorda com as palavras do presidente da câmara que declarou, a propósito desta lei, que tal aprovação se incluie no combate à poluição, seja ela a poluição sonora, a poluição da água ou a poluição do ar.

Como afirmou Sylvio Barros Sawaya, director da Faculdade de Arquitectura e Urbanismo de São Paulo:
" DE REPENTE , como num passe de mágica, a cidade volta a ter sua arquitetura. A retirada dos grandes painéis de propaganda permitiu isso. Eram tão imensos que a medida provocou um impacto no uso da cidade e uma certa desorientação. As referências de percurso mudaram.
A medida não foi excessiva. Excessiva era a apropriação indevida do espaço público visual".

Agora que temos um ex-número dois do governo na presidência da CML e um arquitecto no departamento de urbanismo da cidade, não seria altura de pensarem numa medida semelhante ou, devido à falta de verbas, já estarão a pensar em alugar a Avenida da Liberdade a uma qualquer marca para ai instalar a sua publicidade, como já fez Carmona Rodrigues?
link & link

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

IMPORTA-SE DE REPETIR?
Entrevista de Francisco Louçã ao Diário de Notícias

- O acordo agora celebrado entre o BE e o PS para a Câmara de Lisboa é um teste a uma futura coligação governamental?

- Não haverá nenhum entendimento entre o PS e o Bloco de Esquerda a nível nacional. O acordo de Lisboa é um instrumento para combates coerentes que respondem a uma exigência de cidadania: a defesa dos transportes públicos, o combate à corrupção e sobretudo o plano verde que paralisa a especulação. Em contrapartida, nas grandes escolhas nacionais o que está em causa é toda a diferença entre o Governo, que destrói serviços públicos, e o BE, que quer dinamizá-los.
in: diário de notícias de 16.8.2007 (link)

E nós a pensarmos que o que "paralisa" a especulação são políticas de transparência na utilização dos solos na cidade, são políticas de recuperação e não de construção nova, são políticas de discussão pública de grandes projectos como o da Recuperação da Baixa-Chiado e não de comités de sábios dos quais fez (faz?) parte o actual responsável do urbanismo da CML, arq.Manuel Salgado, são PDM discutidos com a participação dos lisboetas, enfim, são políticas desenvolvidas pelo município tendo em vista o empenhamento activo dos cidadãos nas grandes decisões sobre a cidade.

Mas, segundo Francisco Louçã, a grande medida para contrariar a especulação, é "o plano verde".

Nós é que ficamos verdes ao lêr estas afirmações.


APRENDENDO COM OS OUTROS

L’’Ile de Nantes, sur près de 337 hectares, représente l’un des plus grands projets urbains d’Europe. Sa métamorphose, imaginée avec l’équipe d’Alexandre Chemetoff, architecte-urbaniste, respectueuse des principes du développement durable, exprime la diversité et la mixité tant au niveau des populations que des réalisations architecturales. Ce projet a pour ambition de faire de ce territoire un véritable cœur d’agglomération dans lequel toutes les fonctions de la ville sont présentes : habitat diversifié, commerces, entreprises, espaces publics, éco-quartiers, équipements et services publics, préservation du patrimoine. Les Machines sont conçues pour s’intégrer dans le tissu urbain en devenir, à l’inverse d’un parc d’attractions fermé.
link

Em contrapartida, e em Lisboa, as propostas são de parques de estacionamento enterrados (praça do comércio, campo das cebolas, corpo santo), centros comerciais a céu aberto, elevadores em prédios pombalinos e, vagamente, um centro de design situado no ainda quartel da GNR no Carmo, dadas as proximidades ao Bairro Alto e ao futuro Museu do Design a Santa Catarina (todo um "programa" apresentado por Manuel Salgado actual responsável pelo urbanismo na CML, em entrevista pública).




domingo, 12 de agosto de 2007

ANTÓNIO COSTA & SÁ FERNANDES,
OS DUPOND & DUPOND DA CML


ANTÓNIO COSTA - NÃO LI.
"O presidente da Câmara de Lisboa e ex-"número dois" de Sócrates, António Costa, afirmou ontem não ter lido a entrevista em que Mário Soares defende que "é preciso menos arrogância no Governo".
in: jornal público de 11.8.2007

SÁ FERNANDES - DIRIA MAIS, NÃO LI.
" Como analisa as críticas que Ruben de Carvalho fez à governamentalização da Câmara Municipal de Lisboa?
-Não vi essas declarações".
in: diário de notícias de 12.8.2007 (link)

quarta-feira, 16 de maio de 2007

SE NÃO FOR PARA GANHAR...

..." É também nestas pequenas coisas que a eleição de Lisboa é mais do que uma eleição para uma autarquia. Sócrates sabe que esta é uma eleição que tem de ganhar. Só assim se explica que aceite "sacrificar" um dos seus melhores ministros, um dos seus colaboradores mais próximos e mais forte. Como dizia o outro se não for para ganhar..."
in: josé leite pereira - jornal de notícias (link)

Já agora, e aproveitando a boleia, um "link" cá do formigueiro (link)