O AMANUENSE NUNCA MAIS APRENDE
Este é o painel que recebe os visitantes à entrada da exposição temporário do Museu Nacional do Azulejo, dedicada a João Miguel dos Santos Simões, o "pai" do MNA.
Num Museu com 90% de visitantes estrangeiros, digamos que este é um "excelente serviço" prestado à divulgação das pessoas realmente importantes na cultura nacional, o que, manifestamente, não é o caso do amanuense Henriques.
Nem uma única linha em qualquer outro idioma que não o português!
Quanto à exposição, bem como as ligações à "arte povera" que permanecem no MNA, fica para outro dia.
Mas mesmo a terminar, um conselho ao amanuense Henriques: visite a exposição temporário do Museu Nacional de Etnologia e aprenda como um Museu sem meios e ignorado pelo "fiel serventuário" consegue montar uma exposição exemplar.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
DO AMANUENSE PAULO HENRIQUES
Ao longo dos últimos anos, várias vezes o amanuense Paulo Henriques, bem como o Museu que ainda finge dirigir, o Museu Nacional do Azulejo, foram objecto de textos neste blogue.
Traçar um "retrato" deste personagem, bem de quem o apoia (a ministra Isabel e o seu fiel serventuário Oleiro) torna-se demasiado repetitivo.
Aqui fica o link para a maior parte dos texto referidos.
No entanto, e para aguçar o apetite, aqui ficam citações de alguns desses textos:
- 6.518
Foi este o fantástico número de portugueses que em 2006 visitaram o Museu Nacional do Azulejo.
Uma média de 543 por mês, 21 por dia.
Um Museu Nacional que consegue atingir objectivos tão ambiciosos, tem que ter um Director altamente dinâmico, empenhado em atrair para o "seu" (nosso) Museu o maior número possivel de visitantes nacionais.
- No mês de Maio, a "Festa dos Museus" registou um aumento de visitantes nacionais de cerca de 300%.
Pelo menos uma coisa Paulo Henriques, director do MNA, sabe fazer: festas !
- 25 de Janeiro de 2006
Dalila Rodrigues é, nitidamente, uma carta fora do baralho.
Enquanto o seus "inferiores" directores de museus de Lisboa ("inferiores" no sentido de que Dalila Rodrigues é a única com um cargo de Directora-Geral, enquanto todos os outros seus pares são Directores de Serviço - e como isto pesa na função pública!) dizia a FB enquanto Dalila Rodrigues pensa o museu que dirige no sentido de atrair cada vez mais público e dessa forma atingir os objectivos para os quais foram criados os museus nacionais, os directores do Museu do Chiado e do Museu do Azulejo, dois dos mais representativos Museus do IPM, pensam em... bem, vocês sabem o que a Formiga Bragante pensa sobre o assunto !
E Dalila Rodrigues, sem o pretender, (pensa a Formiga Bargante), está a colocar Manuel Oleiro, Director do Instituto Português de Museus, à beira de um ataque de nervos.
Se um museu como o MNAA, depois de anos de marasmo, consegue criar um novo dinamismo com uma nova direcção, como pode Manuel Oleiro continuar calado face à situação vivida no Museu do Chiado, do Azulejo e Conímbriga, entre outros ?
Tempos difíceis se vão viver nos Museus Nacionais tutelados pelo IPM, mas em particular para Dalila Rodrigues, face à equipe "Manuel Oleiro+Paulo Henriques+Pedro Lapa & Cª"
E estes são, apenas, alguns apontamentos do que aqui já se escreveu sobre o Instituto Português de Museus e Manuel Oleiro, o Museu Nacional do Azulejo e o amanuense Paulo Henriques (os nossos textos favoritos sobre o MNA e o amanuense Paulo Henriques intitulam-se "Arte Povera no Museus Nacional do Azulejo).
No primeiro link fornecemos uma ampla escolha.
Divirtam-se, se puderem...
Publicado por formiga bargante às 23:30 2 comentários