sábado, 8 de setembro de 2007

HOJE É SÁBADO


Tomato-and-garlic-stuffed Chicken Cutlets
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UMA (BOA) "LEITURA" PARA O FIM DE SEMANA







UMA (MÁ) LEITURA PARA O FIM DE SEMANA




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OUTRA (MÁ) LEITURA PARA O FIM DE SEMANA



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quinta-feira, 6 de setembro de 2007



AVISO À NAVEGAÇÃO

O "nosso querido" comentador anónimo não pára de insultar.

Só que, desta vez, passou os limites.

Utilizou este blogue para insultar terceiros.

Nestas condições, e lamentávelmente, vejo-me forçado a activar a moderação de comentários.

Daqui para a frente, a única regra para a não publicação dos comentários, é a de que insultos a terceiras pessoas não são permitidos.

Os "valente" anónimos que resolvam problemas pendentes através de outros meios que não este blogue.

Só para acabar, uma mensagem pessoal para o nosso "querido" anónimo":

A pedido de "várias famílias", é-lhe dedicado um disco de Madalena Iglésias:

"Sei quem tu és".

(os IP, meu caro anónimo, os IP...)

quarta-feira, 5 de setembro de 2007






















about serge j-f levy (link)



NÓS POR CÁ TODOS BEM

Temas do rectângulo

Quando da próxima vez levantarmos a voz contra os "fracos reis" que nos governam,
tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da "fraca gente"
em que nos deixámos transformar.
viriato soromenho marques - visão 18.5.2006



AVISO À NAVEGAÇÃO


COMO É EVIDENTE, A PARTIR DE AMANHÃ, COMENTAREMOS A ENTREVISTA CONCEDIDA HOJE, POR PAULO HENRIQUES, À SIC NOTÍCIAS.

MEFISTÓFLES (ELE MESMO) ESTÁ DE VOLTA!


Mefistófles(Ele mesmo) disse...

Quanto à "Gurada Pretoriana", quer dizer gorada. Certo?

Olhe que nem sempre é assim gorada (no que este barsileirismo queira dizer).

Veja o menino, não vá ver o amigo Paulo, com um toque de aniz (Anísio?) daquele que fica toldado e anizado com o perfume antigo, patrimonial, sedoso e enfeitado co Laliques. E estes por cá andam bem guradados e estudados.

Veja bem meu querido porque a Guarda Pretoriana pode estar do seu lado. Mesmo ao seu lado.

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Anónimo disse...

"...nunca deixará de ser aquela moça dos arredores de Viseu". Esclarecedor e sem mais comentários. Para bom entendor, esta frase revela o desprezo com que são tratados aqueles que não pertencem às élites de Lisboa, Porto e Coimbra.

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terça-feira, 4 de setembro de 2007

TENHAM UM MUITO BOM DIA
















about veronique de viguerie (link)



NÓS POR CÁ TODOS BEM

Temas do rectângulo

Quando da próxima vez levantarmos a voz contra os "fracos reis" que nos governam,
tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da "fraca gente"
em que nos deixámos transformar.
viriato soromenho marques - visão 18.5.2006

A GRANDE ILUSÃO
















O que destaca do trabalho feito no Museu do Azulejo?
Foi restaurada a Igreja da Madredeus, foi remontado o presépio da Madredeus. Criou-se uma rede temática de azulejaria e cerâmica, que é um centro de estudos. Houve também um bom enriquecimento do (pobre) núcleo contemporâneo da colecção, a nível nacional e internacional.
in: entrevista a paulo henriques, actual director do MNAA - diário de notícias 4.9.2007 (link)

Nota do formigueiro: para 10 anos de desempenho, enquanto director do MNA, o balanço feito por Paulo Henriques é revelador da sua "grande capacidade".

Mostra "viva" do cuidado com que tratou o seu/nosso museu, repetimos a fotografia do "anexo" consagrado à azulejaria contemporânea.
Se o "enriquecimento" do núcleo contemporâneo da colecção foi bom, segundo Paulo Henriques, já o cuidado e a relevância dados a esse núcleo está à vista de todos.

Num museu visitado por mais de 80% de estrangeiros, repetimos, nem um singelo texto em inglês a acompanhar o "núcleo" que nos é dado vêr na fotografia acima.

Melhor sorte espere o Museu Nacional de Arte Antiga!



segunda-feira, 3 de setembro de 2007

TENHAM UM MUITO BOM DIA























about debbie fleming caffery (link)



NÓS POR CÁ TODOS BEM

Temas do rectângulo

Quando da próxima vez levantarmos a voz contra os "fracos reis" que nos governam,
tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da "fraca gente"
em que nos deixámos transformar.
viriato soromenho marques - visão 18.5.2006

OS MUSEUS. PORTUGAL. ESPANHA.

"Cuántas personas han visitado el Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León (Musac) desde que se inauguró hace dos años?
-Unas 320.000 aproximadamente".


"El público entiende lo que muestra el Musac?
-Luchamos al máximo para que se entienda lo que hacemos. Una de las prioridades del museo es que las obras tengan una verdadera comunicación con el público. Por eso hay visitas guiadas cada hora y también hay una guía gratuita para que la gente tenga una referencia para poder entenderlo.

-¿Lo están consiguiendo?
-Se está avanzando mucho. Piense que partimos de un contexto donde el arte contemporáneo no existía y que estamos haciendo un proyecto de primera magnitud que podría estar en cualquiera de las ciudades principales de Europa.

-Este verano el Musac ha sacado parte de su colección a las zonas rurales del Órbigo, en León. ¿Cómo está resultando?
-Es un experimento y no sabemos muy bien la incidencia. Como experiencia ha sido muy positiva y hay muchos sitios que nos están pidiendo repetirla, pero es un trabajo difícil de asumir con nuestro personal.
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Nota do formigueiro: quando em Portugal se fala da qualidade de um director de museu, como hoje é "falado" longamente de Paulo Henriques no jornal Público, a propósito do seu primeiro dia de trabalho no MNAA, falamos de quê?

Do trabalho efectuado para aumentar o seu prestígio entre os "seus" pares?

Ou, se estamos a falar de um museu ao serviço das populações, (que os museus deveriam servir (mas não servem) então falamos de quê?

Curiosos os depoimentos recolhidos junto de várias personagens ligadas ao chamado "mundo das artes", nos quais são feitas declarações genéricas sobre a qualidade do novo director do MNAA, mas nenhum se pronuncia, de facto, sobre o seu trabalho, ao longo de 10 anos, enquanto director do Museu Nacional do Azulejo.

Afinal, em concreto, no que se traduziu o trabalho de Paulo Henriques enquanto director do MNA?

Maior número de visitantes? Não.

Maior visibilidade do museu no estrangeiro? Não.

Promoção do azulejo enquanto elemento fundamental da cultura portuguesa junto dos turistas que nos visitam? Não.

Aumento de actividade junto das escolas? Não.

Incentivos aos visitantes para descobrirem o azulejo na cidade de Lisboa, e essencialmente nas estações do metro? Não.

Afinal, perguntamos, onde reside o bom trabalho de Paulo Henriques no Museu Nacional do Azulejo, alguém saberá responder?

E, já agora, quanto custaram as exposições temporárias montadas no MNA?

E os catálogos, quantos se editaram e a que preço? E quantos se venderam e quantos se ofereceram?

E, já agora, poderia Manuel Oleiro tornar públicos os planos estratégicos de Paulo Henriques para o MNA?

Não é por nada, mas "parece" que transparência é uma palavra querida deste governo.

Ou não será?


Y NO PASA NADA

"Dentro de poco, prácticamente ya, los políticos no tendrán en cuenta la cultura ni como adorno, tal vez como excusa para viajar y salir de noche, al que le haga falta. Y si alguien protesta, si alguien habla de más o es incómodo, pues no se le invita a las inauguraciones, ni a los viajes oficiales, no se le da el catálogo ni se le encargan textos o comisariados, o si no, pues se le quita la publicidad y que se mueran los feos. Y si no que se lo pregunten a muchos directores de museos, que de esto, y de otras cosas, saben mucho.
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UM "RECADO" PARA O NOVO DIRECTOR DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA, NO SEU PRIMEIRO DIA DE TRABALHO.

"Los museos deven tener autonomia e independencia en relacion con la política y la economia".
in: manuel borja-villel - el pais de 2.9.2007

Nota do formigueiro - Manuel Borja-Villel é director do MACBA (Museu de Arte Contemporânea de Barcelona), considerado um museu europeu de referência.





A CULTURA E 2008 - UMA FABULAÇÃO

"Critíca das políticas culturais do executivo - "no campo da cultura, (o Governo) é um desastre - a académica explica que a falta de uma "aposta estratégica na cultura" (que poderia consolidar o sector do turismo, realça) produz efeitos nefastos...
in: raquel henriques da silva - jornal público de 3.9.2007

Fixem bem este nome:
a partir de janeiro/fevereiro vai ser muito citado.
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A CULTURA E 2008 - UMA FABULAÇÃO

"A partir de meados deste mês, o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) irá abrir, de forma faseada, os concursos públicos para os 32 equipamentos que tutela.
Os resultados serão divulgados dentro de três ou quatro meses, disse ao Público a sub-directora do IMC, Clara Camacho.
in: jornal público de 3.9.2007


Ou seja, lá para Janeiro/Fevereiro de 2008!
Curioso!
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Já agora, e só por curiosidade, será que Manuel Oleiro está de férias, razão pela qual foi a sub-directora do IMC a prestar declarações?