segunda-feira, 29 de maio de 2006

TENHAM UM MUITO BOM DIA























the map: the a-bomb dome, the sun.
about kikuji kawada (link)

NÓS POR CÁ TODOS BEM
Temas do rectângulo

Quando da próxima vez levantarmos a voz contra os "fracos reis" que nos governam,
tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da "fraca gente"
em que nos deixámos transformar.
viriato soromenho marques - visão 18.5.2006

AVISO À NAVEGAÇÃO

A lógica de colocação de textos neste blog
não obece à lógica corrente na blogosfera.

Este blog não é para preguiçosos.

NOTA:QUANDO APARECER UMA "TIRA" DO GARFIELD,
É SINAL DE QUE A FORMIGA FECHOU O BLOG.

DA ELLIPSE FOUNDATION E DOS "COMENTADORES" ANÓNIMOS,
QUE SERÃO ANÓNIMOS MAS NÃO SÃO ESTÚPIDOS.


Anonymous said...

Já pensou numa terceira via também brilhante para esta híbrida Fundação/colecção/Fundo? Pois é, eu já. Em primeiro lugar ele vai conseguir fundos públicos para financiar o seu "museu" pessoal, na Câmara de Cascais ou com o Governo PS (afinal quem é o assessor de Sócrates para a Cultura? ele mesmo, Mello um dos principais curadores da Ellipse. Por acaso alguém já viu banqueiro dar € 4 milhões para a conr«strucção a fundo perdido de um espaço para arte? Eu nunca vi.

Depois ele realmente mantém parte da "colecção" em Cascais conseguindo assim "calar a boca dos seus detratores". As obras difíceis de vender ficam por lá, mantidas obviamente com fundos públicos (segurança, seguro, manutenção, conservação, etc).

Finalmente, outra parte da "colecção" será vendida ao público (leilões, galerias, particulares, etc). Por acso alguém controla ou vai controlar o acervo? Sim, o dr. Rendeiro. Se ele mantiver 150 obras e vender 300 ou mesmo vice-versa, ninguém vai dar por isso.

Conclusões:

1.Constrói o seu "museu" pessoal com financiamento a custo zero e fica bem visto na comunidade.

2. Consegue um bom lucro com as obras vendidas.

2. O sujeito é muito mais esperto que todos nós juntos

Nota FB: e qual é o município que mais dinheiro recebe fora do orçamento de estado e de taxas, emolumentos e impostos autárquicos ?
Cascais, através das "compensações" pagas pelo Casino Estoril.

O comentário transcrito acima foi feito neste texto (link)

NO PROBLEM




1 - A Câmara Municipal de Lisboa nomeou uma quarta comissão para apresentar propostas para a Baixa-Chiado, sem modificar ou extinguir as já existentes ?
NO PROBLEM

2 - Não existe um plano global e integrado para a cidade de Lisboa, mas existem projectos para Belém, Baixa-Chiado, Avenida da Républica, Frente Ribeirinha (este da Administração do Porto de Lisboa), & etc, sem qualquer articulação entre eles ?
NO PROBLEM

3 - Não existe um projecto para a mobilidade em Lisboa, mas vão construir mais parques de estacionamento no centro da cidade: Largo Barão de Quintela, Principe Real & etc ?
NO PROBLEM

4 - Cada vez mais se fala em residências para estudantes em Lisboa, sem serem levados em conta projectos alternativos, muito mais baratos, como os que estão a sêr executados nas principais cidades espanholas ?
NO PROBLEM

5 - A vereadora Maria José Nogueira Pinto, Presidente da 4ª Comissão para a Baixa-Chiado, afirma que quando apresentar o projecto estarão nele contidas todas as respostas às perguntas que eventualemente venham a ser feitas, poupando-nos assim "à maçada" e ao "trabalho" de formularmos perguntas ?
NO PROBLEM

OS PORTUGUÊSES DEVIAM ESTAR ENVERGONHADOS.
É HUMILHANTE PARA OS PORTUGUESES A PERCEPÇÃO QUE O EXTERIOR TEM DE PORTUGAL, QUE É A DE UMA CONTÍNUA DEGRADAÇÃO E DECLÍNIO AO LONGO DOS ÚLTIMOS ANOS.
Jack Welch, ex-CEO da General Electric, numa conferência promovida pelo Fórum para a Competitividade Portuguesa.
NO PROBLEM



La Tate Modern pone patas arriba el arte del último siglo

Londres- Este martes, los responsables de la Tate Modern desvelarán la criatura artística en la que llevan trabajando tres años: la primera reordenación de su colección permanente desde la inauguración del museo. Los londinenses contienen el aliento ante las sorpresas que les aguardan a las orillas del Támesis: hace un lustro, la galería londinense escandalizó al agrupar sus cuadros por temas como «El Desnudo» o «El Paisaje», en lugar de colgarlos en el convencional orden cronológico.
«Con la nueva estructura, seguiremos desafiando las preconcepciones de la gente», adelanta a LA RAZÓN la jefa de exposiciones del museo, Frances Morris. «Es bueno que haya opiniones enfrentadas, que la gente dialogue sobre arte contemporáneo e incluso que se enfade. Lo contrario sería aún peor: que la gente simplemente nos ignorara».
in:la razón digital (link para texto completo)

CHARLES SAATCHI CREA UNA GALERIA "ON LINE"
ABIERTA A LOS ARTISTAS DE TODO MONDO

No cobra comissiones

LONDRES.- El publicitario, coleccionista y marchante de arte británico Charles Saatchi ha creado una galería en Internet abierta a los artistas de todo el planeta. 'Your Gallery' (Tu Galería), permite a artistas de cualquier país presentar su obra junto a detalles biográficos y datos de contacto. Está concebido como una nueva manera de descubrir las futuras estrellas del arte. Saatchi, el genio publicitario detrás del llamado 'Joven Arte Británico' y fenómenos como el de Damien Hirst, hoy multimillonario gracias a sus tiburones y vacas en formol, pretende lograr en el terreno de las artes plásticas lo conseguido en el musical por el grupo 'Arctic Monkeys', según el diario The Guardian. Este grupo saltó de la noche a la mañana al número uno de la lista de ventas del Reino Unido sin recurrir a los métodos tradicionales de lanzamiento gracias a su fuerte presencia en portales de Internet como MySpace. Aplaudidos por la crítica, los 'Arctic Monkeys' batieron récords de venta con su primer trabajo, 'Whatever People Say I am, That's What I'm Not', en la misma semana del lanzamiento. Deprisa, deprisa En una época de 'fast art' (arte rápido), en la que los creadores aspiran a la fama nada más empezar, Saatchi busca algo semejante en el terreno de la pintura y la escultura, y la fórmula parece tener éxito. Desde su lanzamiento, hace sólo un mes, un total de 1.750 artistas han exhibido su obra en el portal 'Your Gallery', que atrae diariamente a más de 1,4 millones de visitantes.
in. El mundo (link para texto completo)





Iraq, Vietnam, and the dilemmas of United States soldiers

This article is about the difficult moral and legal circumstances that United States soldiers find themselves in during the occupation of Iraq. I want to start by discussing the general circumstances that ordinary soldiers find themselves in during war and military action, and then reflect on the dilemmas that soldiers confronted during the Vietnam war and compare those with the circumstances today in Iraq. In the process I'll explore the general problem that war as a human institution presents: its moral and political legitimacy, the difficulties soldiers confront on the ground, and their psychological and political responses.

The death of a mother, father, close friend, sibling or child is always a challenge to our sense of the meaningfulness of life and can leave us psychologically disoriented for a long time. For most people, religion provides support by attempting to give meaning to death and enable those left behind to carry on. For some people, religious or otherwise, no help will be sufficient, and they will sink into despair and cease to be functioning members of society.

Curiosos ?

Texto completo neste LINK



BORN IN THE U.S.A.
Fotografia e política americanas





















about zeke berman (link)

domingo, 28 de maio de 2006

TENHAM UM MUITO BOM DIA



















tomohiko yoshida

Sugestões:

- Para ouvir (principalmente o fantástico "Chelsea Burns")
- Para ver
- Para votar (mesmo que alguns pensem que ainda é demasiado cedo, ou já muito tarde)
- Para testar
- Para despir (obrigatório ver os vídeos no link "new ranges")
- Para vestir
- Para rir (João Pedro Pais, não te preocupes que um dia és tu)
- Para pensar (não é para puxar a lágrimazinha. É só porque os nossos umbigos são tão grandes que às vezes perdemo-nos lá dentro.)

Money, money, money...
por Rosa Olivares
Exit EXPRESS nº 18 , Marzo 2006
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En la tradición cultural española hablar de dinero siempre ha sido de mal gusto. Y si ya se relacionaba cultura y beneficio económico, nos acercábamos al anatema, a la apostasía. Durante mucho tiempo, sin duda demasiado, se ha querido asociar pobreza con bohemia y con creación cultural como un ciclo que se alimenta a sí mismo dando como resultado una obra nacida del sufrimiento y de la excepción, sublime. Esta estupidez, alentada incluso por algunos galeristas todavía vivos y que han considerado que igual que el artista necesita la miseria para crear el galerista necesita del lujo para vivir, es hoy en día indefendible. Sin embargo, perdida ya toda vergüenza por hablar de dinero, superados los complejos por preguntar los precios de las obras de arte y exigir descuentos a la hora de comprarlos, asistimos con, no cierta sorpresa, a la vuelta absoluta de la situación.
Ahora lo que se lleva, lo auténticamente moderno, lo más, es crear una empresa de inversión artística, asesorar una colección (privada, por favor) y sobre todo, sobre todo, comprar para otros. Es decir, especular.

Cildo Meireles. Occasion, 2004.
Cort. Portikus Frankfurt am Main.
Personalmente puestos a especular me parece moralmente mucho peor especular con la vivienda (una necesidad reconocida incluso por la Carta de los Derechos Humanos) que con las obras de arte de los artistas actuales, que son muchos y trabajan un montón, y realmente podemos llegar a vivir, incluso bien, sin poseerlas y atesorarlas en nuestras cajas de seguridad climatizadas. Sin embargo si todo el mundo está dispuesto a rebajar su moral un poquito y especular con la necesidad de vivienda de los demás, ¿por qué nos vamos a molestar porque un grupo de ricos riquísimos acepten poner cientos de miles de euros en fondos de inversión de arte a diez años? Por nada, no nos escandalizamos. ¡Viva la especulación que tan bien le viene a las galerías, a los artista y a casi todo el mundo! pero, como venimos -ya casi todos, aunque muchos lo quieran olvidar- de una izquierda marxista, no nos queda más remedio que pensarlo varias veces, meditarlo y acabar encontrando algunas incompatibilidades. No a los ricos riquísimos, no, a ellos ni siquiera les exigimos que sepan leer y escribir, con que inviertan nos basta. Las incompatibilidades las encontramos en los asesores, esos críticos, comisarios, etc., que aconsejan la compra de artistas que han colocado en exposiciones, bienales o revistas, revalorizando su obra ¿antes o después de comprarlos? La duda es, como todas las dudas, un poco metafísica: si uno aconseja a una sociedad de inversión en arte la compra del artista A, que todavía es barato, y le hace una gran entrevista en la revista Y, además de colocarle en una exposición -a poder ser internacional- C, y aconsejarle al oido del galerista amigo que la presencia de ese artista A en el stand de su galería B en la feria D sería un éxito, ¿cuánto se revaloriza la obra del ya reconocido A en esos diez años de inversión? ¿Cuánto se gana con esa plusvalía? ¿Cuánto gana el comisario, asesor, crítico, en cuestión? ¿Es creíble su apoyo como concepto artístico o económico? ¿Quiénes somos y adónde vamos? ¿Es el arte algo más que un producto que se revaloriza con los apoyos adecuados? ¿Es creíble la supuesta independencia intelectual del experto asesor? Las respuestas, ya saben, dentro de 10 años, si dios quiere.

NOTA FORMIGA BARGANTE: QUALQUER LIGAÇÃO ENTRE ESTE TEXTO E AS "FUNDAÇÕES" (PINAUD´S, BERARDO´S, ELLIPSE´S & Cº) QUE POR AÍ PULULAM, É MERA COINCIDÊNCIA.
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a terra só atraiu a lua
no preciso instante em
que a maçã caiu
na cabeça de Newton


e no entanto
a maça não caiu
na cabeça de Newton


caiu na terra




a cabeça de Newton estava lá por acidente


Fernando Camilo Ferreira, in Sentidos

sábado, 27 de maio de 2006

POIS, POIS,
OU, A RESPOSTA SEGUE DENTRO DE MOMENTOS


Boa tarde, sr. Provedor

Não esperava tão cedo voltar ao seu contacto, mas três ou quatro temas do Público a isso me "obrigam".

Desde já agradeço a sua paciência.

1º Tema

Ontem, dia 23, o Director do Público, José Manuel Fernandes, publicou um editorial intitulado "Agências de Comunicação".

Tendo como pano de fundo o livro de Manuel Maria Carrilho, José Manuel Fernandes explica que no "nosso" jornal existe o chamado "livro de estilo" que regula e orienta a actividade dos jornalistas que aí trabalham.

No entanto, e face ao parágrafo por ele assinado "São seres humanos que, nas suas relações profissionais, para actuarem de forma civilizada e responsável , se devem comprometer publicamente com certos códigos de comportamento", gostaria de saber, já que José Manuel Fernandes o não
faz, quais são os mecanismos, internos ou externos, que analisam o comportamento dos jornalistas do público, que, como muito bem foca JMF, são seres humanos sujeitos a erro.

E no caso de ser detectado qualquer comportamento que não caiba no "livro de estilo" do Público, caso existam mecanismos para isso, o que sucede ?

2º Tema

Ainda relativamente a JMF e ao seu editorial, transcrevo: "Apesar do que aí se escreve não merecer mais comentários...".

Não achei muito bem este silêncio do director do "nosso" jornal, pela razão que irei relatar no 3º tema, mas entendi que estava no seu direito.

Porém, qual não foi a minha surpresa quando hoje, ao folhear o Público, me deparo, na página 4, com uma "Carta ao Director" intitulada "Manuel Maria Carrilho no Prós e Contras da RTP", na qual um leitor desfere um feroz ataque a Manuel Maria Carrilho.

Sinceramente, a ideia com que fiquei foi a de que José Manuel Fernandes utilizou aquilo que é ilustrado pela frase: atirou a pedra e escondeu a mão.

Ontem, no seu direito, ignora o livro de Carrilho, as críticas que aí lhe são feitas bem como ao "nosso" jornal, e hoje decide publicar uma carta, a si dirigida, com um feroz ataque a Carrilho.

Para manter este texto num certo tom, direi, no mínimo, que revela, da parte de JMF, um comportamento deselegante.

3º Tema

Para além dos ataques pessoais feitos por Carrilho ao director do Público e a alguns dos seus jornalistas, que cada um interpreta como muito bem entende, existe, no entanto, uma frase no livro que, no meu entender, merecia algum tipo de clarificação: " Vale a pena acrescentar
que este jornalista (João Paulo Henriques) fez inúmeras peças sobre acções da minha campanha sem, sequer, as ter acompanhado" (pág.161).
Esta acusação é grave, e facilmente desmontável. Agora os silêncios do Director e do Jornalista do Público é que não me parecem muito adequados.
Afinal Carrilho tem ou não razão no que afirma?
Se não tem razão é um mentiroso, que tem que ser desmascarado publicamente, mas sem tem razão gostaria de saber onde se aplica, neste caso o "livro de estilo".

4º Tema
"O PÚBLICO ERROU"
Gostaria que o "nosso" jornal assumisse uma publicitação mais clara quando erra. Ainda hoje, a admissão do erro foi relegada para o canto inferior direito de uma página par (a quarta), o que o meu caro provedor e eu sabemos, é o local de menor leitura de qualquer jornal.
Já agora, seria pedir demasiado que ao admitir o erro nos fosse explicado, minimamente, as causas que levaram a esse mesmo erro ?
É que uma coisa é admitir o erro, outra é reconhecer e explicar a razão do erro.
Não vou sugerir que se publique também o nome dos responsáveis pelos erros, mas que tal facto podia contribuir para um maior rigor dos jornalistas, estou em crer que sim. Afinal ninguém gosta de ver o seu nome ligado a algo menos bem executado.


Melhores cumprimentos


RESPOSTA DO DIRECTOR DO PÚBLICO

O provedor do leitor pediu um esclarecimento a José Manuel Fernandes.
Eis as respostas do director do PÚBLICO:

1º Tema

O Livro de Estilo estabelece as regras. A estrutura hierárquica deve vigiar pelo seu cumprimento. Todos os dias há uma reunião de editores onde se analisa o jornal da véspera e este é criticado, sendo aí muitas vezes detectados os erros. Existe uma secção designada “Público erro” para dar conta dos erros. O Provedor, que actua com total independência, pode ser chamado a pronunciar-se pelos leitores ou entender ele mesmo tomar posição. O Conselho de Redacção reúne com alguma regularidade e discute muitas vezes temas que derivam do incumprimento do Livro de Estilo (cuja recente revisão, de resto, integrou sugestões dos diversos provedores do leitor e de deliberações do Conselho de Redacção. Finalmente existe um mecanismo de avaliação individual de desempenho, associado a uma parte da remuneração variável anual, onde se pode regressar a estas questões quando isso se justifica.



2º Tema

Já li o livro de Manuel Maria Carrilho e entendi que não devia escrever sobre ele. Ao contrário da esmagadora maioria dos jornalistas e comentadores, nunca apreciei MMC e não considero sequer que tenha sido um bom ministro da Cultura, pelo contrário. O livro deixou-me tão incomodado com o que revela sobre o seu autor que teria de escrever coisas que prefiro não escrever.

Sobre as críticas que faz ao PÚBLICO são, na sua maioria, pontuais e dispersas. Discutimos internamente se devíamos regressar a elas, defendendo-nos ou dando-lhe razão. Houve opiniões divergentes, mas prevaleceu a de que não o devíamos fazer. Até porque no caso em que considerámos ter agido mal, assumimos no dia seguinte a falta e corrigimos o erro. A saber: termos apresentado primeiro apenas uma crónica sobre a apresentação do seu programa para Lisboa. No dia seguinte detalhámos as suas propostas.

Quanto à carta, para além de pessoalmente não ler todas as cartas que me são enviadas, estando essa competência delegada numa adjunta da direcção, elas reflectiram diferentes pontos de vista (como, de resto, as colunas de opinião do jornal). Não atirei pois qualquer pedra, tal como não protegi o livro de qualquer pedra. Aí foram as opiniões que recebemos (sendo que nem todas foram publicadas, tendo ficado de fora sobretudo outras cartas contra Carrilho) que fizeram o seu caminho.



3º Tema

Numa campanha eleitoral o jornalista acompanha o candidato o mais que pode, mas há sempre um momento em que tem de vir escrever a sua peça enquanto a campanha continua. Nessa altura pode completar a informação sobre as acções em que não pode estar fisicamente presente recorrendo quer ao noticiário da Lusa, quer ao que é possível seguir nos meios audiovisuais, quer ainda telefonando para colegas que continuaram no terreno. São contingências da imprensa escrita onde não há o “directo” radiofónico ou televisivo. Aquilo que seria grave é ter relatado acções de campanha que não acompanhou fazendo-o de forma deturpada, algo que Carrilho não demonstra.



4º Tema

A secção “O Público errou” é editada no mesmo local desde que o jornal foi fundado: na página das Cartas ao Director. Trata-se de uma das páginas mais lidas pois inclui também o Editorial e o Bartoon. E a secção, mesmo vindo no tal canto inferior, tem destaque gráfico e temos indicações que é bastante lida.

Quando os erros são mais graves, temos publicado correcções nas secções ou mesmo na primeira página.

Quanto à sugestão de citar o nome dos autores dos erros, tê-la-ei em consideração e pô-la-ei à discussão na minha equipa e na redacção.


José Manuel Fernandes

sexta-feira, 26 de maio de 2006

TENHAM UM MUITO BOM DIA























selfportrait - michiko kon (link)

NÓS POR CÁ TODOS BEM
Temas do rectângulo

Quando da próxima vez levantarmos a voz contra os "fracos reis" que nos governam,
tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da "fraca gente"
em que nos deixámos transformar.
viriato soromenho marques - visão 18.5.2006

AVISO À NAVEGAÇÃO

A lógica de colocação de textos neste blog
não obece à lógica corrente na blogosfera.

Este blog não é para preguiçosos.

NOTA:QUANDO APARECER UMA "TIRA" DO GARFIELD,
É SINAL DE QUE A FORMIGA FECHOU O BLOG.

ÚLTIMA HORA !

Os funcionários público só manterão o seu posto de trabalho se o desempenharem bem.

Se desempenharem mal as tarefas que lhe foram atribuidas, serão transferidos.

Nesta medida estão incluidos as forças armadas, a polícia e os juízes.

CALMA !
Esta medida só se aplica em Espanha (por agora...).

IMPORTAM-SE DE REPETIR ?

"Nunca houve tanta canalhice e tanta impunidade nos jornais e na informação televisiva.
Manuel António Pina in: jornal de notícias de 25.5.2006


"O Ministério Público tem a obrigação de investigar as agências de comunicação e a sua relação com os jornalistas"
Editorial da revista Sábado de 25.5.2006

Uma acha da Formiga Bargante para esta" fogueira"
"Aprendendo com Al Capone" (link)









@
Google Bono (U2)
Bono Probability Positioning System





quinta-feira, 25 de maio de 2006

TENHAM UM MUITO BOM DIA





















poussin in Hell, paris, 1999
about joel-peter witkin (link)